Best Of Música - notícias - Vitorino substitui Fausto Bordalo Dias no encerramento do Festival Sons da Terra em Oeiras a 21 de Julho


por LiveCom a 24-06-2019 às 18:35

Vitorino é a nova confirmação do festival Sons da Terra, a quem cabe o encerramento em substituição de Fausto Bordalo Dias que, devido a uma lesão nas cordas vocais, se vê obrigado a cancelar a sua participação. Os bilhetes já adquiridos permanecem válidos. Quem desejar o reembolso deverá dirigir-se ao local de aquisição a partir de hoje e até ao último dia do festival.

Vitorino Salomé ficará para sempre na história da música portuguesa como um dos mais importantes divulgadores e embaixadores do Alentejo e do cante alentejano. Com mais de 30 discos editados que, alcançaram na sua maioria as marcas de ouro e platina, Vitorino é um cantor universal tendo feito parcerias em discos e espetáculos com músicos e cantores das mais diversas nacionalidades e dos mais diversos estilos musicais. Vitorino celebra este ano 42 anos de carreira discográfica, e apresenta nos seus espetáculos uma viagem pelas suas canções mais marcantes como “Menina estás à janela” e “Queda do Império”, entre outros grandes êxitos intemporais. Entre 19 e 21 de Julho, Oeiras recebe a maior festa da portugalidade, transformando a Fábrica da Pólvora de Barcarena na casa de Portugal. O Festival Sons da Terra celebra a nossa cultura e raízes, criando um espaço inédito e capaz de agregar a música, cantares, artes performativas, artesanato, trajes e gastronomia do país inteiro. Ana Moura, Vitorino e a Orquestra Sete Sóis e Sete Luas são os cabeças de cartaz do evento que funde artistas consagrados e talentos inauditos, oriundos dos locais mais recônditos do país. Consulte abaixo toda a informação de bilheteira.

Num tempo em que Portugal explode para o mundo com toda a sua riqueza, O Sons da Terra vai celebrar cá dentro, ao longo de 3 dias, o que de melhor o país tem, no mágico espaço da Fábrica da Pólvora em Oeiras. A par da melhor música de raiz portuguesa e dos cantares e danças tradicionais mais emblemáticos de Norte a Sul, desde os mais recônditos, aos maiores símbolos de Portugal no mundo, o país inteiro irá mostrar as suas artes tradicionais, artesanato, e gastronomia regionais, distribuídas pelas feiras, exposições, palcos, casas de música, documentários, parques, e outros recantos da Fábrica da Pólvora.
Os três palcos situados entre o Pátio do Enxugo, o Jardim das Oliveiras e as Jardim da Memória, contemplam, além dos cabeças-de-cartaz, concertos da fadista Ana Laíns; Adiafa, o grupo de cante campaniço baixo-alentejano, que está a celebrar o seu 20º aniversário; o grupo de canto tradicional de vozes femininas Cramol, que interpreta cancioneiro tradicional; Daniel Cristo, com o concerto “Cavaquinho Cantado”, descrito por si como “Música Étnica do Noroeste Português e Peninsular”; o mundialmente aclamado acordeonista João Frade; e Rão Kyao, o músico que ao longo das últimas décadas tem restabelecido a ligação entre a música tradicional portuguesa e o Oriente.

O Sons da Terra acolhe a riqueza musical de várias geografias, estendendo-se além do talento reconhecido pelo grande público, a projectos como os Almocreves de Amieira, um dos mais emblemáticos grupos de cante alentejano; as Cantadeiras do Vale do Neiva, que à capela mantêm vivas tradições originais de canto, descante ou grito da região; Castra Leuca Trio e Peu Madureira, num espectáculo em que o trio de Castelo Branco se junta ao fadista de Lisboa para reinterpretar temas do folclore tradicional; o Grupo de Danças e Cantares do Paul, que mantém vivos os cantares, danças, trajes e tradições da aldeia agrícola de Paul (Covilhã); o grupo de dança Pauliteiros de Miranda, que chega das Terras de Miranda do Douro; a Tuna Académica de Lisboa; e, por fim, Zés P’reiras de Antas, o colectivo de Esposende que criou uma expressão própria com o uso de bombos, tarolas e gaitas de foles galegas.

Na entrada da Fábrica da Pólvora de Barcarena, o Sons da Terra recebe o público com o Palco Folclore, onde actuam os Ranchos Folclóricos de São Miguel do Milharado e “cantarinhas de barro”, o Rancho Folclórico e Etnográfico “Danças e Cantares da Mugideira”, Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage e o Grupo Folclórico “Os Camponeses” D. Maria. A experiência do festival será ainda enriquecida com exposições, documentários e a presença da mais prestigiada casa de fados do mundo - a Tasca do Chico.

O Festival Sons da Terra é promovido pela Câmara Municipal de Oeiras, num projecto criado por Diogo Clemente que assina a sua direcção artística e tem como missão receber todos os que querem saber e viver o que é ser português.

INFORMAÇÃO DE BILHETEIRA


Dia 19 - Entrada Livre
Bilhete Diário (dias 20 e 21) - 5€
Passe 2 dias - 9€

Bilhetes à venda em ticketline.pt e nos locais habituais. As crianças até aos 5 anos não pagam entrada.


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